Liderar o grupo de apoio, tem sido uma experiência única para mim. Troca de aprendizado, tempo para falar e ouvir, debater e questionar, e assim temos aprendido de uma forma espontânea. Somos a primeira academia a abrir espaço para um grupo de apoio com a preocupação do bem estar físico e mental, partindo do pressuposto de que toda ação advêm de um pensamento entendemos que a busca da felicidade esta em entender essa mente e trazer o equilíbrio. Quero agradecer a todos pela presença e pelos compartilhamentos de experiência.
sexta-feira, 9 de setembro de 2016
Benefícios da dança para crianças
Fonte: Tribuna do Norte
Dançar é muito mais do que puro divertimento. A execução de passos coreografados, repetidos dentro de um método e com orientação profissional, proporciona diversos benefícios para a saúde física e mental. Para as crianças então, a dança pode ativar e desenvolver capacidades positivas que lhe acompanharão pelo resto da vida.
A criança que dança trabalha a musculatura, fortalecendo-a, estimula a coordenação motora, flexibilidade, postura, tem maior consciência corporal, noções de espaço, além de melhorar sua integração social. Musicalidade, ritmo e criatividade também estão entre os ganhos.
“É uma atividade que exige concentração, pois as crianças aprendem a ter respeito a algumas regras da dança, assim como em qualquer outro esporte; desenvolvem a autoconfiança, porque, de certa forma, desafia um pouco o corpo; sociabiliza o contato com outras crianças”, diz Bianca Dore, professora de dança e diretora de uma escola voltada para essa atividade.
No início do aprendizado de dança explora-se os movimentos naturais de cada criança, seu ritmo próprio, sua expressão. As aulas têm um caráter mais lúdico e descontraído. A técnica vai sendo introduzida gradativamente, porém respeitando as condições físicas e psíquicas de cada idade, as necessidades globais e as aspirações de cada um.
Bianca Dore esclarece que em sua escola são aceitas crianças a partir dos três anos de idade, mas a técnica só começa a ser ensinada de fato por volta dos cinco anos. “É nessa faixa que começamos a mexer mesmo com a dança, propriamente dita. Antes é mais uma recreação elaborada, digamos assim.”
Pensadores da área afirmam que a dança, aliada à educação, proporciona elementos que favorecem o desenvolvimento do ser humano, numa espécie de complementação de sua formação pessoal. Crianças que tiveram aulas de dança no período pré-escolar, certamente, terão mais facilidade de serem alfabetizadas, afirmam os teóricos.
Então, sapatilhas nos pezinhos!
Dança estimula disciplina e criatividade nas crianças
Obedecer os horários das aulas, zelar pelo uniforme e os acessórios, seguir à risca a coreografia e os ensinamentos. Para o professor Roosevelt Pimenta, o fator mais significativo no aprendizado da dança é a disciplina. Ele também destaca os benefícios físicos que a atividade gera, além da consciência corporal, musical — “As crianças aprendem a ter gosto pela boa música” — e também um conhecimento maior sobre o aparelho motor. O senso de pontualidade também é destacado pelo mestre.
Roosevelt considera o ensino da dança algo muito sério e, para tanto, o método mais eficaz, segundo ele, é o “baby class”, implantado pelo Royal Ballet de Londres. Nele, os movimentos são transmitidos para as crianças de forma descontraída, sem a terminologia clássica tradicional.
“Se a criança vai ter que fazer uma flexão de tronco para a frente, dizemos que vamos dar um mergulho. Em outros momentos, lembramos bichinhos. É muito lúdico”, comenta.
Mas nem todos estão qualificados para ensinar os preceitos da dança a partir desse método, Roosevelt alerta. “Tem que prestar concurso para aplicar. E em Natal tem raríssimos professores habilitados”, diz. “Sem esse método, podem aparecer sequelas como problemas de coluna, deslocamento de bacia.”
Roosevelt Pimenta é um dos nomes mais significativos na formação de bailarinos em Natal. Fundou a Escola Municipal de Ballet — que hoje tem o seu nome — há 35 anos, tendo sido também seu diretor, professor e coreógrafo. Atualmente, é consultor de dança da Fundação Capitania das Artes.
Enquanto os professores teorizam, os pais parecem ainda não terem uma compreensão total dos benefícios gerados pela dança para as crianças. Algumas mães, na verdade, projetam nas filhas/filhos o desejo não realizado de serem bailarinas. A professora Bianca Dore percebe isso no cotidiano do espaço que dirige, mas acredita que a situação está mudando.
A professora de Natação, Graziella Brönnimann sempre gostou de dança e por muito tempo praticou sapateado. O destino a levou por outros caminhos distantes da dança. Graziella porém percebeu que sua filha herdou o gosto pelas coreografias e em outubro do ano passado matriculou a pequena Cathérine nas aulas de sapateado.
Hoje, ela já percebe os resultados. “Minha filha ficou mais extrovertida, desinibida. Ela vive dançando e cantando quando estamos na rua”, comenta Graziella.
Além dos benefícios físicos e da socialização promovidos pela dança nas crianças, um caráter mais global envolve o seu ensino, já que há um envolvimento maior com outras artes e conceitos; música, artes plásticas, nutrição e educação física. Bianca Dore comenta que segue uma proposta diferente, no sentido de transformar a criança em um artista mais completo no futuro.
Com esse intuito, uma programação especial é realizada uma vez por mês, aos sábados, em esquema de “aulão”, quando são passadas informações diferenciadas: circo, nutrição, ginástica olímpica, ioga, teatro, sempre com a presença de um especialista de cada área. Bianca Dore também está à frente de um projeto social para estudantes de escolas públicas, com vagas para crianças de até 10 anos de idade.
“Alguns pediatras já indicam a dança para trabalhar o corpo”
TRIBUNA DO NORTE – De que forma é feito o ensino da dança para as crianças?
BIANCA DORE – Trabalhamos tanto com balé clássico, sapateado, quanto com uma modalidade que intitulamos de “dança criativa”, semelhante à dança contemporânea para adultos, onde a gente busca um pouco mais da criatividade das crianças. É uma dança mais solta, sem tanta formalidade técnica como o balé, mas que exige algumas posturas a serem seguidas. O que a gente busca com isso é incentivar a criatividade das crianças, através de como elas se expressam com os movimentos; damos temas para elas desenvolverem determinadas movimentações. Isso estimula bem mais a criatividade, um pouco mais de musicalidade, o gestual inato dela, sem nenhuma imposição de movimento.
TN - É notória a transformação das crianças ao longo das aulas?
BD - Muito, desde a parte física até a socialização. Elas ficam mais soltas, porém mais concentradas no colégio. Essa interação ajuda nas atividades delas no dia-a-dia.
TN - Os pais têm consciência dos benefícios que a dança proporciona ou matriculam os filhos para que sejam futuros dançarinos?
BD - Alguns, não são todos. Muitos ainda trazem para as aulas por acharem aquela coisa de “ah, eu sempre quis dançar” — uma vontade até mesmo da mãe — ou acham bonito dizer “minha filhinha vai ser bailarina”, mas sentimos que isso vem mudando. Alguns profissionais, pediatras que acompanham crianças, já indicam a dança para trabalhar o corpo, pois o balé é uma atividade bem completa, assim como a natação, que é muito indicada pelos médicos. Alguns pais já vêm com essa intenção de gerar benefícios à saúde, mas ainda não são muitos. É algo ainda a se expandir.
TN - O brasileiro, e o nordestino em particular, tem uma grande afinidade com a dança desde cedo. Você percebe isso nas crianças? Elas têm dificuldade?
BD - Algumas têm dificuldade. É muito mesmo de cada família; pois, por mais que tenhamos essa cultura, alguns pais não têm muito contato com música ou não têm acesso, não ouvem muita música, não cresceram dessa forma. Mas quando trabalhamos com eles desde pequeninhos fica mais fácil reverter isso.
Dançar é muito mais do que puro divertimento. A execução de passos coreografados, repetidos dentro de um método e com orientação profissional, proporciona diversos benefícios para a saúde física e mental. Para as crianças então, a dança pode ativar e desenvolver capacidades positivas que lhe acompanharão pelo resto da vida.
A criança que dança trabalha a musculatura, fortalecendo-a, estimula a coordenação motora, flexibilidade, postura, tem maior consciência corporal, noções de espaço, além de melhorar sua integração social. Musicalidade, ritmo e criatividade também estão entre os ganhos.
“É uma atividade que exige concentração, pois as crianças aprendem a ter respeito a algumas regras da dança, assim como em qualquer outro esporte; desenvolvem a autoconfiança, porque, de certa forma, desafia um pouco o corpo; sociabiliza o contato com outras crianças”, diz Bianca Dore, professora de dança e diretora de uma escola voltada para essa atividade.
No início do aprendizado de dança explora-se os movimentos naturais de cada criança, seu ritmo próprio, sua expressão. As aulas têm um caráter mais lúdico e descontraído. A técnica vai sendo introduzida gradativamente, porém respeitando as condições físicas e psíquicas de cada idade, as necessidades globais e as aspirações de cada um.
Bianca Dore esclarece que em sua escola são aceitas crianças a partir dos três anos de idade, mas a técnica só começa a ser ensinada de fato por volta dos cinco anos. “É nessa faixa que começamos a mexer mesmo com a dança, propriamente dita. Antes é mais uma recreação elaborada, digamos assim.”
Pensadores da área afirmam que a dança, aliada à educação, proporciona elementos que favorecem o desenvolvimento do ser humano, numa espécie de complementação de sua formação pessoal. Crianças que tiveram aulas de dança no período pré-escolar, certamente, terão mais facilidade de serem alfabetizadas, afirmam os teóricos.
Então, sapatilhas nos pezinhos!
Dança estimula disciplina e criatividade nas crianças
Obedecer os horários das aulas, zelar pelo uniforme e os acessórios, seguir à risca a coreografia e os ensinamentos. Para o professor Roosevelt Pimenta, o fator mais significativo no aprendizado da dança é a disciplina. Ele também destaca os benefícios físicos que a atividade gera, além da consciência corporal, musical — “As crianças aprendem a ter gosto pela boa música” — e também um conhecimento maior sobre o aparelho motor. O senso de pontualidade também é destacado pelo mestre.
Roosevelt considera o ensino da dança algo muito sério e, para tanto, o método mais eficaz, segundo ele, é o “baby class”, implantado pelo Royal Ballet de Londres. Nele, os movimentos são transmitidos para as crianças de forma descontraída, sem a terminologia clássica tradicional.
“Se a criança vai ter que fazer uma flexão de tronco para a frente, dizemos que vamos dar um mergulho. Em outros momentos, lembramos bichinhos. É muito lúdico”, comenta.
Mas nem todos estão qualificados para ensinar os preceitos da dança a partir desse método, Roosevelt alerta. “Tem que prestar concurso para aplicar. E em Natal tem raríssimos professores habilitados”, diz. “Sem esse método, podem aparecer sequelas como problemas de coluna, deslocamento de bacia.”
Roosevelt Pimenta é um dos nomes mais significativos na formação de bailarinos em Natal. Fundou a Escola Municipal de Ballet — que hoje tem o seu nome — há 35 anos, tendo sido também seu diretor, professor e coreógrafo. Atualmente, é consultor de dança da Fundação Capitania das Artes.
Enquanto os professores teorizam, os pais parecem ainda não terem uma compreensão total dos benefícios gerados pela dança para as crianças. Algumas mães, na verdade, projetam nas filhas/filhos o desejo não realizado de serem bailarinas. A professora Bianca Dore percebe isso no cotidiano do espaço que dirige, mas acredita que a situação está mudando.
A professora de Natação, Graziella Brönnimann sempre gostou de dança e por muito tempo praticou sapateado. O destino a levou por outros caminhos distantes da dança. Graziella porém percebeu que sua filha herdou o gosto pelas coreografias e em outubro do ano passado matriculou a pequena Cathérine nas aulas de sapateado.
Hoje, ela já percebe os resultados. “Minha filha ficou mais extrovertida, desinibida. Ela vive dançando e cantando quando estamos na rua”, comenta Graziella.
Além dos benefícios físicos e da socialização promovidos pela dança nas crianças, um caráter mais global envolve o seu ensino, já que há um envolvimento maior com outras artes e conceitos; música, artes plásticas, nutrição e educação física. Bianca Dore comenta que segue uma proposta diferente, no sentido de transformar a criança em um artista mais completo no futuro.
Com esse intuito, uma programação especial é realizada uma vez por mês, aos sábados, em esquema de “aulão”, quando são passadas informações diferenciadas: circo, nutrição, ginástica olímpica, ioga, teatro, sempre com a presença de um especialista de cada área. Bianca Dore também está à frente de um projeto social para estudantes de escolas públicas, com vagas para crianças de até 10 anos de idade.
“Alguns pediatras já indicam a dança para trabalhar o corpo”
TRIBUNA DO NORTE – De que forma é feito o ensino da dança para as crianças?
BIANCA DORE – Trabalhamos tanto com balé clássico, sapateado, quanto com uma modalidade que intitulamos de “dança criativa”, semelhante à dança contemporânea para adultos, onde a gente busca um pouco mais da criatividade das crianças. É uma dança mais solta, sem tanta formalidade técnica como o balé, mas que exige algumas posturas a serem seguidas. O que a gente busca com isso é incentivar a criatividade das crianças, através de como elas se expressam com os movimentos; damos temas para elas desenvolverem determinadas movimentações. Isso estimula bem mais a criatividade, um pouco mais de musicalidade, o gestual inato dela, sem nenhuma imposição de movimento.
TN - É notória a transformação das crianças ao longo das aulas?
BD - Muito, desde a parte física até a socialização. Elas ficam mais soltas, porém mais concentradas no colégio. Essa interação ajuda nas atividades delas no dia-a-dia.
TN - Os pais têm consciência dos benefícios que a dança proporciona ou matriculam os filhos para que sejam futuros dançarinos?
BD - Alguns, não são todos. Muitos ainda trazem para as aulas por acharem aquela coisa de “ah, eu sempre quis dançar” — uma vontade até mesmo da mãe — ou acham bonito dizer “minha filhinha vai ser bailarina”, mas sentimos que isso vem mudando. Alguns profissionais, pediatras que acompanham crianças, já indicam a dança para trabalhar o corpo, pois o balé é uma atividade bem completa, assim como a natação, que é muito indicada pelos médicos. Alguns pais já vêm com essa intenção de gerar benefícios à saúde, mas ainda não são muitos. É algo ainda a se expandir.
TN - O brasileiro, e o nordestino em particular, tem uma grande afinidade com a dança desde cedo. Você percebe isso nas crianças? Elas têm dificuldade?
BD - Algumas têm dificuldade. É muito mesmo de cada família; pois, por mais que tenhamos essa cultura, alguns pais não têm muito contato com música ou não têm acesso, não ouvem muita música, não cresceram dessa forma. Mas quando trabalhamos com eles desde pequeninhos fica mais fácil reverter isso.
por Isaac Ribeiro
Fonte: Portal da Educação Física
ENSAIO DE DANÇA - MAROMBA KIDS.
PROFESSOR WELLINGTON SOUSA COM AS CRIANÇAS PEDRO E JULYA - SHOW KIDS
sábado, 3 de setembro de 2016
GLÚTEOS
Bumbum durinho,
empinado e definido.
Veja as dicas:
AGACHAMENTO
LIVRE OU AGACHAMENTO GUIADO
Apesar de ser um movimento
totalmente natural, existem alguns pontos fundamentais que devem ser seguidos
na execução do agachamento livre.
Para realizar os exercícios de agachamento livre de uma maneira
correta, para utilizar todo o potencial que a atividade tem a oferecer, é
necessário ter algumas informações sobre a atividade.
O primeiro ponto a ser destaco é a postura. Se você não estiver com
todas as suas rotas articulares preservadas, acabará desenvolvendo lesões mais
cedo ou mais tarde.
Realizar o exercício com a postura errada também faz com que sua
ação seja totalmente prejudicada!
Veja agora como deve ser a execução
correta do agachamento livre:
1° Mantenha um afastamento dos pés na linha dos quadris (a menos que esteja executando o
agachamento sumô). Na hora de realizar o exercício, tenha os pés em paralelo e
a uma distância significativa. Eles também devem estar firmes no chão, para evitar
que se desequilibre enquanto está com a barra de peso.
2º É muito importante que
a ponta dos pés esteja na mesma direção que os joelhos, para evitar rotações
desta articulação, que podem causar lesões. Como os joelhos não serão
projetados em linha reta, mas sim na diagonal do quadril, os pés precisam
seguir esta linha.
3º Posicione a barra com os pesos nos ombros na porção posterior e não nos músculos do
trapézio, assim dando maior conforto durante o exercício e evitando possíveis
lesões na coluna vertebral.
4° Quando a barra é posicionada na porção posterior dos ombros, o corpo é forçado a
se inclinar para frente a fim de manter a estabilidade. Essa inclinação gerará
uma menor sobrecarga dos quadris, sobrecarregando os músculos das coxas e do
glúteo. Além disso, quando o corpo se inclina para frente, os músculos das
costas são exercitados, principalmente para se manter equilibrado,
fortalecendo, dessa forma, também tais locais.
5° Antes de iniciar o movimento de
agachamento livre, certifique-se de manter o
abdômen contraído e mantenha o olhar para a frente.
6° Após se certificar que sua postura está correta, fique atento às suas respirações
durante o exercício. Sempre respire fundo ao ficar de pé, e solte lentamente
durante o agachamento livre.
AGACHAMENTO
SUMÔ
O
agachamento sumô tem como característica, ser realizado com a perna em abdução.
Desta maneira, além dos músculos já envolvidos no processo natural do
agachamento, teremos uma maior participação dos músculos adutores. É muito
importante salientar que o posicionamento dos pés precisa seguir os trilhos
anatômicos naturais, para que os ligamentos colaterais não sejam
sobrecarregados.
ELEVAÇÃO PELVICA
Em
decúbito dorsal, ou seja, deitada de barriga para cima com as mãos apoiadas no
solo e os joelhos flexionados, descer e subir lentamente a pelve sem encostar o
bumbum no chão, pode utilizar uma sobrecarga no colo se quiser aumentar a
dificuldade, lembrar sempre de contrair os glúteos na subida.
O primeiro cuidado a ser tomado é de não projetar o
quadril a mais de 25º da posição neutra do mesmo. Em ângulos mais elevados do
que este, os discos vertebrais são forçados a uma maior extensão – eles não são
preparados para isto! Não se preocupe em buscar uma maior amplitude nesse caso.
Para quem gosta do sistema de
treino de “pré-exaustão”, também recomendamos treinar a elevação de quadril,
até porque a ativação inicial dos grupamentos desejados se torna necessária.
Outra dica importante é se caso for utilizar cargas externas, tome cuidado para
que o peso utilizado não fique desestabilizado e o movimento esteja sendo
executado incorretamente.
É preciso fazer o movimento de
maneira correta, especialmente, quando for colocar peso extra. Realizar o
exercício de maneira unilateral recruta ainda mais o músculo. Se você tem algum
problema na articulação pélvica ou lombar será necessário adaptar o movimento
para não piorar a patologia.
STIFF
Geralmente
confundido com o levantamento terra, o exercício stiff pode ser feito com
halteres, no smith (um aparelho com suporte para barras fixas),
barras, de maneira unilateral e em plataformas sem estabilidade.
Por
trabalhar as pernas e os glúteos, o exercício stiff deve fazer parte de um
treino que foca essas regiões, e exige que o praticante já esteja em um nível
avançado na prática da musculação, tendo em vista que demanda coordenação e
força de diversos músculos em sua realização.
O
exercício stiff também trabalha com outras áreas como os músculos isquiotibiais
– grupo formado pelo bíceps femoral, pelo semimembranoso e pelo semitendinoso,
que estão localizados na região posterior da coxa e possuem a tarefa de
flexionar o joelho e estender o quadril – e os músculos paravertebrais, da
parte posterior do tronco, que são responsáveis por manter o tronco reto quando
o corpo está na posição de pé, além de puxarem a coluna para frente.
Para que serve?
Além de
trabalhar os grupos musculares que mencionamos acima, o exercício stiff serve
para intensificar o desenvolvimento muscular e melhorar a performance nos treinos
de levantamento de peso, de maneira geral.
Outros
benefícios associados à prática da série de stiff de duas a três vezes por
semana são o fortalecimento dos músculos envolvidos na movimentação do
exercício e a prevenção de lesões no quadril, na coxa e região lombar. A
atividade também já foi apontada como algo que pode evitar ou amenizar dores na
região lombar.
Como fazer
Antes de
aprender como fazer a performance do exercício stiff, é importante ter em mente
alguns passos que garantirão a segurança da série. Primeiro, tenha a ajuda de
um personal trainer na hora de realizar os movimentos, pois como vimos ele é
próprio para praticantes de nível avançado, portanto, exige bastante cuidado na
hora de realização da técnica.
Segundo,
não deixe de fazer uma boa sessão de alongamentos para minimizar as chances de
lesões. E em terceiro lugar, mas não menos importante, utilize acessórios de
segurança como um cinto próprio
para musculação, para proteger as costas, e uma bandagem de pulso,
caso a carga levantada seja muito pesada.
Depois
disso tudo, o praticante deve certificar que os pesos estão bem presos na barra
e segurá-las na frente das pernas com as mãos voltadas para o chão. De pé, com
o tronco reto, o abdômen contraído e as pernas distantes uma da outra a uma
medida equivalente à distância dos ombros, ele deve dobrar os joelhos
levemente.
Então, o
próximo passo é abaixar a barra de pesos acima do pé. É preciso ter atenção,
pois durante esse movimento os joelhos devem permanecer parados e o quadril
curvado, enquanto as costas são mantidas retas.
LEG PRESS
Para que serve e
solicitação muscular do Leg Press
A solicitação muscular do Leg Press varia de acordo com o
posicionamento dos pés na plataforma. Assim sendo, com o posicionamento mais
comum, com os pés posicionados na parte inferior da plataforma, os músculos
mais solicitados são os dos quadríceps.
Neste sentido, Bompa ( 2004) diz que “ Os músculos mais
solicitados do exercício leg press são o quadríceps femoral, isquiotibiais,
glúteos, tríceps sural e eretores da coluna vertebral. Porém com a variação do
posicionamento dos pés, segundo Delavier (2002) “ com os pés posicionados na
parte inferior da plataforma, o movimento de flexão do joelho será mais intenso
e consequentemente, a ação do músculo do quadríceps femoral será aumentada em
relação aos demais músculos participantes do movimento.
Ainda segundo Delavier (2002), se os pés estiverem localizados na parte superior da base da plataforma, com maior flexão da
articulação do quadril, o esforço será concentrado nos músculos do s glúteos e
isquiotibiais (posteriores da coxa). Já se os pés forem posicionados em uma
largura maior que a linha dos ombros, os músculos solicitados, graças a uma
maior atividade muscular para estabilização, os músculos adutores (parte
interna da coxa) serão mais solicitados.
Antes de mais nada é bom deixar
claro queesta última variação pode vir a acarretar em lesões no quadril e nos ligamentos
colaterais fibulares e é muito pouco indicada, pois existem diversas
possibilidades de termos melhores resultados neste sentido, com diferentes
movimentos.
Execução
Correta do Leg Press
Independentemente da musculatura a ser solicitada, temos de tomar certos cuidados na execução deste
exercícios. Inicialmente vamos nos ater a
posição inicial e a execução. O primeiro cuidado é ao se sentar no aparelho.
Preste atenção em manter um posicionamento neutro da pelve, jamais em
retroversão (quando projetamos o quadril e a crista ilíaca para frente) e muito
menos deixando a mesma em anteroversão (crista ilíaca e quadril projetados para
trás).
1° Mantenha o músculo Transverso do Abdômen contraído durante toda a
execução.
2° É importante que as demais curvaturas da coluna sejam preservadas
e que os ombros estejam apoiados no encosto. Os pés alinhados da maneira já
mostrada para o músculo a ser trabalhado e os joelhos em extensão para o início
do movimento.
3° Essa posição básica vai fornecer um estímulo equilibrado entre os
grupos musculares das pernas. É importante ressaltar que uma amplitude maior
fará com que os glúteos sejam mais solicitados do que numa amplitude reduzida,
desde que a pessoa que está executando o movimento tenha flexibilidade
suficiente para manter o quadril em posição neutra, mesmo em maiores
amplitudes. Lembre-se de sempre manter o quadril e a coluna lombar e torácica
sempre apoiada no encosto do aparelho.
AFUNDO NO STEP
Eletromiografia do afundo
Existem
diversos estudos que buscam comprovar a ação muscular e quais os músculos mais
solicitados no afundo. Neste sentido, vamos tomar como referencia três estudos
diferentes (Camargo, 2011. Gentil, 2012. Garcia, 2012). Isto por que desta
maneira, ficará mais fácil o entendimento do contexto geral. Basicamente, pelo
movimento de flexão de joelho e de extensão do quadril na perna da frente e uma
leve flexão na perna de trás, o afundo tem ação sobre os músculos do quadríceps
e da região posterior. Portanto, o movimento completo, tecnicamente, tem a
ativação dos músculos da região do quadríceps, dos isquiotibiais e também do
glúteo (levando em consideração ambos os lados).
Execução correta do
afundo
Sendo
tão efetivo como é, o afundo precisa ser muito bem executado. Nem todas as
pessoas têm força e equilíbrio para executá-lo, portanto, precisam antes,
realizar educativos e fortalecimento muscular.
Basicamente,
o afundo deve ser executado da seguinte maneira:
– Inicie em pé, com uma das pernas à frente
do corpo, de maneira que quando você flexionar o joelho, ele fique em um ângulo
de 90º.
– Agora, flexione o joelho e desça lentamente até que a articulação da frente, forme um
ângulo de 90º. A perna de trás, fica num ângulo aproximado de 75 a 80º.
– Depois disso, estenda o joelho, até a perto da posição inicial (se voltar completamente para a
posição inicial, você entrará em um ponto de descanso).
Caso
você realize este exercício de maneira unilateral, fará a execução sem sair do
local. Já se você o fizer em forma de “passada”, precisará de um espaço para se deslocar. É muito importante que o joelho da perna de trás
não bata no chão, pois constantes impactos podem comprometer a saúde do tendão
patelar.
A
distância entre uma perna e outra precisa ser ajustada se o joelho da frente não
atingir a angulação de 90º, ou o joelho de trás encoste-se ao chão.
CADEIRA ABDUTORA
Benefícios
da Cadeira Abdutora Para Levantar os Glúteos
Primeiramente
irá firmar o bumbum e sendo regular nas atividades não fará com que fique
flácido, aumentar para os que possuem bem pouco nessa região. Conforme pôde ver
todas as regiões do corpo são trabalhadas de forma que será firmado não apenas
uma, mas todas. Ajuda a queimar as calorias que foram se acumulando no decorrer
do tempo, emagrecendo assim o mais rápido possível.
Também
melhora consideravelmente o nervo ciático que vai se desgastando dependendo da
área que a pessoa exerce e pode gerar dores e desconforto na hora de realizar
alguns movimentos específicos. Sentir os resultados desde o principio faz com
que se sinta motivado para ter apenas bons hábitos daqui pra frente, não ter
mais o sedentarismo que pode ocasionar até mesmo o aparecimento de alguns
problemas de saúde e um dos principais que é ter o aumento da auto-estima no seu dia.
LEVANTAMENTO TERRA
O Levantamento Terra é um dos melhores exercícios para
desenvolvimento da força, tanto para homens como para mulheres, porém muitas
mulheres nem cogitam a hipótese de fazer esse exercício. O problema maior
é que grande parte das mulheres, quando começam a treinar com mais
seriedade a musculação, ainda ficam receosas e não acreditam que sejam
“fortes” o suficiente para utilizar altas cargas.
FORMA DE EXECUÇÃO
Aproxime-se
da barra até que esta toque suas canelas. Isso vai manter a carga próxima à
projeção de seu centro de gravidade projetado no solo, reduzindo o stress sobre
a coluna lombar;
·
Posicione
os pés ligeiramente mais afastados que a largura dos ombros (projeção da linha
lateral dos deltóides no solo);
·
Aponte os
pés ligeiramente rodados para fora, mas não mais que 45° e mantenha a linha
coxas sobre tíbias e tíbias sobre os pés durante as fases positiva e negativa;
·
Faça uma
flexão do quadril, maior que a dos joelhos (isto não é um agachamento) e segure
a barra à largura dos ombros, mantendo as escápulas sustentadas em posição
neutra. Pode-se usar a pegada pronada ou combinada;
·
Mantenha
sua coluna em neutro e a cabeça alinhada com a coluna, preservando as
curvaturas fisiológicas durante todo o movimento. JAMAIS PERMITA QUE AS COSTAS
ARREDONDEM OU HAVERÁ UM ALTO RISCO DE HERNIAMENTO DISCAL;
·
Inspire e
prepare-se para levantar o peso do chão mantendo o Transverso do Abdômen
absolutamente contraído o tempo todo;
·
Puxe o
tronco para cima estendendo o quadril e soltando o ar, mantendo a barra roçando
as coxas até a posição vertical;
·
Não
permita a hiperextensão da coluna além da posição vertical;
·
Lentamente
retorne a barra ao chão inspirando.
CANELEIRAS
Caneleiras vêm em
diferentes pesos e podem aumentar os benefícios de uma série de exercícios.
Mais definição, aumento da resistência, melhor resistência, maior queima
calórica – tudo isso pode ser conseguido através
da adição de pesos leves ao tornozelo para o treino. Mas não é necessariamente
benéfico usar pesos nos tornozelos durante a caminhada.
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